Artigos
Fim dos canudos e tendências de mercado
25/JUL/2018
Fim dos canudos e tendências de mercado
Visto como inofensivo por grande parte da população mundial, o canudo plástico vem sendo um dos principais vilões para a vida marinha em geral. Em 2015, o vídeo de um canudinho sendo retirado da narina de uma tartaruga viralizou na internet e fez muitas pessoas repensarem sobre o consumo deste produto. Por ser leve e pequeno, sua reciclagem não é muito usual, contribuindo para o destino incorreto do mesmo, em aterros, cursos d’água e, por fim, nos oceanos. Nos grandes mares, o canudo não é decomposto, mas sim, partido em tamanhos menores, os microplásticos, que acabam sendo ingeridos por animais que os confundem com comida. A ingestão em excesso desses componentes levam a morte da fauna marinha. O pior é que os canudos somam apenas uma pequena parte do plástico produzido e descartado no mundo. Dados atuais mostram que a quantidade de material polimérico acumulado até hoje é cerca de 8 bilhões de toneladas, sendo que apenas 30% deles ainda estão em uso, seja em sua forma original ou após a reciclagem. Por esse motivo, diversas instituições de preservação do meio ambiente iniciaram campanhas para incentivar o fim do uso dos canudos plásticos por todo mundo. Com esse apelo, grandes redes de hotéis e resorts, ramos que produzem resíduos plásticos em grande escala, baniram o uso de canudos em suas filiais e aderiram a novas tendências de mercado para substituir esses “vilões” da atualidade. Dentre essas novidades estão o uso de canudos de aço inoxidável ou de vidro, pois estes podem ser lavados e reutilizados; canudos de papel, que dentro de 30 a 40 dias são decompostos e canudos de matéria orgânica, como bambu, amido de milho, centeio, macarrão cru, entre outros compostos que não causam danos ao meio ambiente. Portanto, é de se esperar que empresas que querem permanecer competitivas no mercado, atendendo as necessidades de seus clientes e aumentando seu lucro, se adaptem às tendências de sustentabilidade que estão cada vez mais presentes no cotidiano dos consumidores, diminuindo o uso de plásticos derivados do petróleo e buscando alternativas ecologicamente corretas.  
Ecoeficiência como a solução mais rentável para seu empreendimento
22/JUN/2018
Ecoeficiência como a solução mais rentável para seu empreendimento
Se aliar redução de custos e de riscos de acidentes com responsabilidade ambiental parecia uma coisa muito difícil de se alcançar, hoje em dia é muito mais simples do que se parece e tem um nome bem diferente: ecoeficiência, termo que define empresas que conseguem ter responsabilidades socioambientais e se manter lucrativas ao mesmo tempo. O desempenho econômico, aliado ao ambiental, de modo a priorizar a redução dos impactos e o melhor aproveitamento dos recursos da natureza é o principal foco da ecoeficiência, solução vem se tornando cada vez mais popular entre as empresas, principalmente por trazer mais rentabilidade com menos matéria-prima. Além de refletir na própria natureza, utilizar essa prática reflete também na competitividade de mercado, na satisfação das necessidades de forma sustentável e na qualidade de vida. O investimento nessa solução é essencial para diminuir custos da produção e, assim, aumentar os lucros, evitar riscos ambientais e à saúde dos funcionários ou clientes, acabar com o diferencial competitivo de outras empresas e motivar as pessoas envolvidas com o seu produto, ou serviço, a se engajarem em questões ambientais, o que é muito interessante para a imagem da empresa. Ainda parece algo muito abstrato conseguir tudo isso com uma único solução, mas vamos mostrar alguns exemplos, como a captação de água da Chuva, que diminui os gastos com água, o tratamento de resíduos, permitindo reduzir, reciclar ou reutilizar os resíduos do estabelecimento e as políticas de reflorestamento.  
Novas oportunidades de reduzir custos em condomínios
07/JUN/2018
Novas oportunidades de reduzir custos em condomínios
O consumo de água em condomínios pode ser diminuído em até 40% através da implantação de um sistema de captação de água da chuva, uma forma inteligente de lidar com a escassez de água que já é obrigatório em prédios da União e pode até tornar-se necessário para todas as novas construções segundo um projeto de lei em tramitação no Senado. Por ser uma forma muito viável e fácil, cada vez mais condomínios optam por essa saída, já que contam com reservatórios, mesmo que por vezes o síndico não saiba de tal existência ou nunca pensou e utilizá-lo dessa forma. E a água que foi coletada assume usos como a limpeza de áreas comuns, irrigação de jardins, descargas de vasos sanitários, lavagens de carros, reservas de proteção contra incêndio e outros fins não potáveis. Você ainda deve estar pensando como implantar um sistema assim num condomínio já construído, e é mais fácil do que se imagina. Primeiro é preciso planejar qual o volume de água a ser captado, o local de instalação e onde a água vai ser captada, sendo o lugar mais comum, o telhado, tudo isso analisando como a água vai ser usada. Depois, basta calcular o tamanho da cisterna e da tubulação que estará ligada a ela. Um sistema de captação dessa forma consegue aproveitar a estrutura do condomínio, sem ter que fazer grandes modificações, com um baixo investimento que gera ganhos significativos, além de contribuir com a natureza. A contribuição é tão significativa que em São Paulo há vários projetos de lei que visam dar benefícios para a população que busca uma moradia mais verde, como em Guarulhos, onde casas com sistemas de captação e reuso têm desconto de 5% no valor do IPTU.
Dicas para Economizar Água
12/MAR/2018
Dicas para Economizar Água
Com o aumento contínuo da população mundial, há um crescente aumento da preocupação com a quantidade de água que temos disponível para consumir. Tendo em vista a importância da água para as nossas tarefas diárias e para a sobrevivência de todos seres vivos, evitar o desperdício de água é algo essencial atualmente.   Para economizar água grande parte das empresas vem investindo em ações para o desenvolvimento sustentável, tentando utilizar cada vez mais os recursos de maneira mais eficiente. Além disso, cada vez mais ações para aumentar a consciência ambiental da população têm sido desenvolvidas em escolas e empresas. Algumas dicas para economizar água são: Utilizar equipamentos mais econômicos, como por exemplo torneiras de pressão e descargas com duplo acionamento (uma para dejetos líquidos e outro para sólidos); Fechar a torneira sempre que não seja necessário que ela esteja aberta, como quando está se ensaboando ou escovando os dentes; Utilizar baldes e vassouras para limpar pátios e quintais, ao invés da mangueira; Verificar se há algum vazamento na tubulação; Utilizar sistemas de reuso de água, como por exemplo reutilizar a água utilizada no banho para as descargas ou tratar a água utilizada nos processos de uma empresa, caso haja a necessidade, para que ela possa ser reaproveitada em outros processos ou no mesmo; Utilizar sistemas de captação de água da chuva para que ela seja utilizada regando plantas, na descarga ou para lavar locais; Conscientizar as pessoas que moram ou trabalham com você para que todos ajam em prol da economia da água. Muitas pessoas querem economizar água, mas não sabem por onde começar. Por meio de conversas ou cartilhas sobre o assunto essas pessoas podem ter uma noção de como agir. Algumas mudanças tem um custo inicial, mas com o tempo a economia gerada de água compensa esses custos. Pequenas ações podem mudar o mundo. Seguindo essas dicas, o planeta e o seu bolso agradecem. Ficou interessado? Entre em contato com a CONSEQ, busque por aquele projeto que melhor te atender e continue acompanhando nosso site.
Conheça o GHS, um Sistema Globalmente Harmonizado
02/NOV/2017
Conheça o GHS, um Sistema Globalmente Harmonizado
Atualmente, com a globalização, o uso e produção de produtos químicos tem crescido cada vez mais, seguido do surgimento de doenças e acidentes relacionados a estes produtos. A ONU, visando promover o aumento da proteção da saúde humana e meio ambiente, viu a necessidade da implementação de um sistema harmonizado mundialmente de classificação para tais produtos, desenvolvendo assim, o GHS (Globally Harmonized System of Classification and Labellingof Chemicals), que foi pensado e discutido na convenção da ONU em 1992, onde 178, países, inclusive o Brasil, se comprometeram a implementar o sistema. O GHS, Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos, estabelece critérios harmonizados para classificar substâncias e compostos com relação aos perigos físicos para a saúde e para o meio ambiente. Além disso, possui elementos harmonizados para informar dos perigos com os requisitos sobre rotulagem, pictogramas e fichas de segurança. Os critérios estabelecidos no GHS estão baseados em um documento chamado Livro Púrpura. O sistema GHS gerencia a sinalização para o trabalhador e público em geral de acordo com a categoria e sub-categorias de periculosidade do produto, obtida com testes toxicológicos e ambientais. Conhecida sua sub-categoria em cada item de periculosidade, é necessário apresentar a palavra “Perigo” (risco grave) ou “Atenção” (risco menor), conforme o caso. Além da palavra, é preciso conter frases de perigo definidas para aquela sub-categoria, frases de prevenção gerais ou para emergências ou para armazenamento e, pictogramas quando forem necessários. Por exemplo: para corrosão/irritação à pele, um produto pode ser 1-A, 1-B, 1-C, 2 ou 3; e, para cada uma dessas categorias foram definidas frases atinentes àquela categoria em particular. O número de categorias varia em cada tipo de perigo analisado. Para lesões/irritação ocular as categorias são apenas três: 1, 2-A e 2-B. O importante é que, sendo um sistema mundial, as frases e as sinalizações são as mesmas em qualquer lugar do mundo. Quanto a aplicabilidade do Sistema, ele se aplica a todos os produtos químicos, exceto aqueles que possuem sua própria regulamentação/lei, como produtos farmacêuticos, aditivos alimentício, artigos cosméticos e resíduos de praguicidas em alimentos. Com relação ao público no qual se aponta o GHS, se enquadram os consumidores dos produtos químicos, os trabalhadores relacionados ao setor transporte e aos que oferec...

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