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Conheça o GHS, um Sistema Globalmente Harmonizado
02/NOV/2017
Conheça o GHS, um Sistema Globalmente Harmonizado
Atualmente, com a globalização, o uso e produção de produtos químicos tem crescido cada vez mais, seguido do surgimento de doenças e acidentes relacionados a estes produtos. A ONU, visando promover o aumento da proteção da saúde humana e meio ambiente, viu a necessidade da implementação de um sistema harmonizado mundialmente de classificação para tais produtos, desenvolvendo assim, o GHS (Globally Harmonized System of Classification and Labellingof Chemicals), que foi pensado e discutido na convenção da ONU em 1992, onde 178, países, inclusive o Brasil, se comprometeram a implementar o sistema. O GHS, Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos, estabelece critérios harmonizados para classificar substâncias e compostos com relação aos perigos físicos para a saúde e para o meio ambiente. Além disso, possui elementos harmonizados para informar dos perigos com os requisitos sobre rotulagem, pictogramas e fichas de segurança. Os critérios estabelecidos no GHS estão baseados em um documento chamado Livro Púrpura. O sistema GHS gerencia a sinalização para o trabalhador e público em geral de acordo com a categoria e sub-categorias de periculosidade do produto, obtida com testes toxicológicos e ambientais. Conhecida sua sub-categoria em cada item de periculosidade, é necessário apresentar a palavra “Perigo” (risco grave) ou “Atenção” (risco menor), conforme o caso. Além da palavra, é preciso conter frases de perigo definidas para aquela sub-categoria, frases de prevenção gerais ou para emergências ou para armazenamento e, pictogramas quando forem necessários. Por exemplo: para corrosão/irritação à pele, um produto pode ser 1-A, 1-B, 1-C, 2 ou 3; e, para cada uma dessas categorias foram definidas frases atinentes àquela categoria em particular. O número de categorias varia em cada tipo de perigo analisado. Para lesões/irritação ocular as categorias são apenas três: 1, 2-A e 2-B. O importante é que, sendo um sistema mundial, as frases e as sinalizações são as mesmas em qualquer lugar do mundo. Quanto a aplicabilidade do Sistema, ele se aplica a todos os produtos químicos, exceto aqueles que possuem sua própria regulamentação/lei, como produtos farmacêuticos, aditivos alimentício, artigos cosméticos e resíduos de praguicidas em alimentos. Com relação ao público no qual se aponta o GHS, se enquadram os consumidores dos produtos químicos, os trabalhadores relacionados ao setor transporte e aos que oferec...
Saiba mais sobre Biodigestores
08/SET/2017
Saiba mais sobre Biodigestores
No cenário atual, com a necessidade de um desenvolvimento conjunto econômico e ambiental e a vigência de diversas políticas de proteção ao meio ambiente que exigem medidas para a operação de estabelecimentos, por vezes ouve-se falar do tratamento de resíduos sólidos, do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e afins e isto relaciona-se por vezes a problemas para os estabelecimentos. Entretanto, há diversas formas de realizar um tratamento adequado dos resíduos e ainda conseguir algum produto disto, sendo uma delas os biodigestores. Tais equipamentos vêm se consagrando neste momento em que todos buscam soluções para os resíduos sólidos, apresentando-se como ideal para o tratamento destes, sendo muito versáteis e aplicáveis em setores variados, como por exemplo, o agronegócio, indústria alimentícia, biorefinarias, entre outros. O princípio básico de funcionamento deles consiste em acelerar o processo de decomposição da matéria orgânica, processando-a para a geração de biofertilizantes e biogás, que é utilizado, entre outras coisas, para a geração de energia térmica e elétrica, de forma que a origem da matéria orgânica não faz grande diferença para o biodigestor podendo o substrato ser do tipo RSOU (Resíduos Sólidos Orgânicos Urbanos), ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), resíduos do agronegócio (frigoríficos, produção agrícola), resíduos orgânicos industriais (cervejaria, fábricas de arroz, celulose, destilarias, biorefinarias), entre outros. Devido a possibilidade de implantação de diversos tipos de biodigestores, a escolha é feita conforme a necessidade do empreendedor e de seu empreendimento e do modo que os produtos do processamento querem ser utilizados. Por exemplo, há biodigestores rurais, indicados para o tratamento de resíduos sólidos orgânicos oriundos do setor agropecuário, onde há homogeneidade na biomassa e também biodigestores urbanos, indicados para o tratamento de resíduos orgânicos municipais, heterogêneos e que precisam de um tratamento mais específico. Esses são apenas dois exemplos diante de uma grande variedade, valendo-se lembrar também da necessidade de dimensionamento do equipamento conforme a quantidade de biomassa, a quantidade de capital que deseja ser investida, a destinação dos produtos gerados e interesses de expansão. A viabilidade econômica dessas centrais de biodigestão dependem também do tipo de substrato, da quantidade e variação do fornecimentos deste, bem...
Captação de água da chuva, uma aliado financeiro e ecológico
24/AGO/2017
Captação de água da chuva, uma aliado financeiro e ecológico
A superfície do nosso planeta é composta por 70% de água. Porém, de toda água existente no planeta, 97,5% estão nos oceanos e dos 2,5% restantes, 1,5% estão nos pólos (geleiras e icebergs), ficando apenas 1% disponível para nosso consumo, sendo que a maior parte está em leitos subterrâneos, atmosfera, plantas e animais. Com a poluição cada vez maior do ar, da terra, das nascentes, dos lagos, dos rios e dos oceanos, essas águas estão ficando contaminadas, exigindo uma enorme preocupação para sua preservação, devido a esses fatores o relatório da ONU de 2015 prevê escassez de água para 2/3 da população em 2050. Uma das soluções para este problema é a substituição de parte da água potável utilizada em uma residência por água de qualidade inferior, reduzindo assim a demanda sobre os mananciais. Para tanto, o aproveitamento da água de chuva e o reuso de água são alternativas que podem ser aplicadas. Estas opções além de trazer benefícios para a vida do planeta, também trazem ganhos de curto prazo. Uma família composta por 4 pessoas, gasta água em média por mês: 4.320L no vaso sanitário 3.600L em pias de banheiro 14.400L no chuveiro  2.520L na máquina de lavar roupas 4.500L em pias de cozinha O abastecimento do vaso sanitário, chuveiro e da máquina de lavar roupas, pode ser substituído por água da chuva captada, isso representa cerca   de 70% do consumo residencial. Em um cenário ideal essa seria a economia gerada pela instalação de um sistema de captação e reuso, mas esse resultado é dependente de outros fatores, como regime de chuvas na região e capacidade de armazenamento. Segundo estudos, a economia causada por um sistema é muito variável, em residências comuns gira em torno de 30 a 40% ao ano, podendo ser maximizada quando se trata de economia com água de piscinas. É válido ressaltar que se pode utilizar a água captada para outros fins, lavar calçadas e regar plantas são exemplos, nesses casos o custo com instalação se torna menor e o retorno financeiro mais imediato. O mundo se moderniza e torna-se cada dia mais ecologicamente inteligente, aliando alternativas para economia e manutenção da vida, a captação da água da chuva para reutilização é uma dessas alternativas e está ao alcance de qualquer residência. Ficou interessado? Entre em contato com a CONSEQ, busque por aquele projeto que melhor te atender e continue acompanhando nosso site.
Licenciamento Ambiental Simplificado: o desenvolvimento sustentável
21/JUL/2017
Licenciamento Ambiental Simplificado: o desenvolvimento sustentável
A recente tomada de consciência sobre os impactos negativos ao planeta, oriundos da utilização deste pela humanidade, tem trazido reflexão em torno da garantia de sua preservação. Nesse sentido, para impedir danos irreparáveis, os Princípios da Precaução e da Prevenção surgem, e nesse contexto, para agilizar a outorga de licenças ambientais, é que é criado o Licenciamento Ambiental Simplificado (LAS), em 1997, com o artigo 12 da Resolução 237 editada do CONAMA.  Qual sua finalidade? O Licenciamento Ambiental Simplificado (LAS) atua como promotor do desenvolvimento sustentável, visando garantir o direito fundamental a um meio ambiente equilibrado. Faz-se importante, pois é capaz de oferecer maior agilidade à entrega de licenças ambientais, sendo uma alternativa mais rápida na medida em que substitui o EIA/RIMA por outros estudos ambientais menos complicados. O que é? O LAS é o instrumento que aprova a localização e a concepção de um empreendimento, atividade ou obra, contanto que ela seja de pequeno porte ou possua baixo potencial poluidor, autorizando sua instalação e atestando sua viabilidade ambiental, estabelecendo para isso os requisitos a serem atendidos. A partir disso, é autorizado o uso e manejo de elementos ambientais de acordo com as especificações. Essa categoria de licenciamento possui prazo de validade de 2 anos e poderá ser renovada. Pode ser usada por diversos empreendimentos, entre eles: Abatedouros, indústrias açucareiras, destilarias de álcool e cachaça, indústrias de doces, indústria de beneficiamento de madeira, indústria de cerâmica, indústria de produção de laticínios, indústria de produção de vinhos, estações de tratamento de água e etc.    Como funciona em Maringa?? Em Maringá, é a Resolução 02/2017 da SEMA/COMDEMA que disciplina o LAS, especificando os estabelecimentos sujeitos a sua emissão e os procedimentos necessários para sua realização. Ficou interessado? Entre em contato com a CONSEQ, busque por aquele projeto que melhor te atender e continue acompanhando nosso site. 
Como coletar e reutilizar a água da chuva?
11/JUL/2017
Como coletar e reutilizar a água da chuva?
O desenvolvimento e a aplicação de práticas que impliquem na busca pela sustentabilidade e que, ao mesmo tempo, tenham custos reduzidos, tem ganhado destaque na situação atual brasileira, que passa por momento delicado na economia e por uma revolução de consciência em relação ao meio ambiente. Um exemplo desse tipo de prática é a captação e reaproveitamento da água da chuva.   Essa prática é realizada tanto para suplementar os recursos hídricos em regiões de seca ou em regiões mais pobres e periféricas, onde o acesso à água potável ainda é restrito, quanto para gerar uma economia considerável quando o assunto é o consumo de água, tanto em âmbito doméstico, como industrial, já que a água a ser reaproveitada é viável para inúmeras utilizações e pode significar até 70% de diferença na conta mensal.   Os usos dessa água são diversos: No ambiente doméstico pode ser utilizada na irrigação de jardins, limpeza de automóveis e áreas externas, lavagem de roupas, abastecimento de fontes e espelhos d’água e nas descargas dos vasos sanitários. Já no ambiente industrial, pode se utilizar na irrigação paisagística, irrigação de campos para cultivos, refrigeração industrial, alimentação de caldeiras, como água de processamento, recarga de aquíferos, combate ao fogo, etc.   Maringá, assim como o restante das cidades localizadas na região sul e sudeste do Brasil, possui índices pluviométricos elevados, e, portanto, reutilizar a água da chuva é uma ótima oportunidade de se aproveitar ao máximo a água para o consumo residencial ou comercial e desta forma, trazer benefícios no âmbito ecológico e obter economia financeira. O sistema de captação da água pluvial pode funcionar de diversas maneiras, das mais simples às mais elaboradas. Basicamente o sistema é composto por quatro etapas básicas:    Etapas A primeira é a captação da água, que é feita através de telhados, lajes, coberturas e varandas, onde a água é captada por calhas e direcionada ao filtro, sendo a partir deste ponto, direcionada para um reservatório ou cisterna. Neles acontece à segunda etapa: a filtração da água. Neste passo, ocorre a limpeza preliminar, a qual se faz a separação dos sólidos grandes, como folhas, e em seguida, por um filtro de alta eficiência, separando assim outras possíveis s...
Qual o melhor destino para os resíduos?
01/JUL/2017
Qual o melhor destino para os resíduos?
Segundo a caracterização nacional de resíduos do PNRS, Plano Nacional de Resíduos Sólidos, os resíduos orgânicos correspondem mais que 50% do total de efluentes urbanos gerados no Brasil. Esse valor somado ainda aos provenientes de atividades agropecuárias, silviculturais e industriais, pelos dados do PNRS, mostra uma geração anual de 800 milhões de toneladas de resíduos orgânicos. Fornecer um destino ecologicamente correto para esses resíduos é um desafio tanto para a população quanto para o governo.   Os biodigestores são a tecnologia ideal para o tratamento de produtos orgânicos de todos os tipos, além de também possuir as melhores taxas de lucratividade do mercado atualmente. Esse sistema já é conhecido por ser usado em áreas rurais - em fazendas, granjas - para tratar os resíduos agropecuários, mas é importante frisar que sua utilização também pode ser feita em residências. No equipamento pode ser colocado qualquer biomassa, como restos de alimentos, grama, dejetos de animais de estimação e de seres humanos, entre outros tipos de resíduos orgânicos. Toda a matéria orgânica inserida no biodigestor servirá de alimento para as bactérias que se alocam ali e que decompõem esse material, gerando assim, como produto da reação, biogás e biofertilizante.   O biogás é o produto oriundo da digestão anaeróbia no biodigestor, e é constituído por uma mistura de metano (CH4) a 65-70%, gás carbônico (CO2) a 30-35% e vapor de água. É uma fonte de energia renovável e pode ser utilizada na substituição de outras formas de energia como gás liquefeito do petróleo (GLP), lenha, gasolina como combustível para geração de energia elétrica, na alimentação de motores e na geração de energia térmica. A produção de biogás em um biodigestor é equivalente a um botijão de gás por mês, podendo variar dependendo do tipo de biomassa.   Outro produto do material digerido no biodigestor, é o biofertilizante. O biofertilizante apresenta diversas características positivas, atuando na melhora das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Seus benefícios perante a terra estão em proporcionar uma melhor estrutura a atividade biológica, maior retenção de umidade, e fornecimento de nutrientes minerais como nitrogênio, fósforo e potássio, os nutrientes NPK, que melhoram a fertilidade do solo. Num âmbito residencial, o biofertilizante pode ser u...

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