Artigos
Novas oportunidades de reduzir custos em condomínios
07/JUN/2018
Novas oportunidades de reduzir custos em condomínios
O consumo de água em condomínios pode ser diminuído em até 40% através da implantação de um sistema de captação de água da chuva, uma forma inteligente de lidar com a escassez de água que já é obrigatório em prédios da União e pode até tornar-se necessário para todas as novas construções segundo um projeto de lei em tramitação no Senado. Por ser uma forma muito viável e fácil, cada vez mais condomínios optam por essa saída, já que contam com reservatórios, mesmo que por vezes o síndico não saiba de tal existência ou nunca pensou e utilizá-lo dessa forma. E a água que foi coletada assume usos como a limpeza de áreas comuns, irrigação de jardins, descargas de vasos sanitários, lavagens de carros, reservas de proteção contra incêndio e outros fins não potáveis. Você ainda deve estar pensando como implantar um sistema assim num condomínio já construído, e é mais fácil do que se imagina. Primeiro é preciso planejar qual o volume de água a ser captado, o local de instalação e onde a água vai ser captada, sendo o lugar mais comum, o telhado, tudo isso analisando como a água vai ser usada. Depois, basta calcular o tamanho da cisterna e da tubulação que estará ligada a ela. Um sistema de captação dessa forma consegue aproveitar a estrutura do condomínio, sem ter que fazer grandes modificações, com um baixo investimento que gera ganhos significativos, além de contribuir com a natureza. A contribuição é tão significativa que em São Paulo há vários projetos de lei que visam dar benefícios para a população que busca uma moradia mais verde, como em Guarulhos, onde casas com sistemas de captação e reuso têm desconto de 5% no valor do IPTU.
Dicas para Economizar Água
12/MAR/2018
Dicas para Economizar Água
Com o aumento contínuo da população mundial, há um crescente aumento da preocupação com a quantidade de água que temos disponível para consumir. Tendo em vista a importância da água para as nossas tarefas diárias e para a sobrevivência de todos seres vivos, evitar o desperdício de água é algo essencial atualmente.   Para economizar água grande parte das empresas vem investindo em ações para o desenvolvimento sustentável, tentando utilizar cada vez mais os recursos de maneira mais eficiente. Além disso, cada vez mais ações para aumentar a consciência ambiental da população têm sido desenvolvidas em escolas e empresas. Algumas dicas para economizar água são: Utilizar equipamentos mais econômicos, como por exemplo torneiras de pressão e descargas com duplo acionamento (uma para dejetos líquidos e outro para sólidos); Fechar a torneira sempre que não seja necessário que ela esteja aberta, como quando está se ensaboando ou escovando os dentes; Utilizar baldes e vassouras para limpar pátios e quintais, ao invés da mangueira; Verificar se há algum vazamento na tubulação; Utilizar sistemas de reuso de água, como por exemplo reutilizar a água utilizada no banho para as descargas ou tratar a água utilizada nos processos de uma empresa, caso haja a necessidade, para que ela possa ser reaproveitada em outros processos ou no mesmo; Utilizar sistemas de captação de água da chuva para que ela seja utilizada regando plantas, na descarga ou para lavar locais; Conscientizar as pessoas que moram ou trabalham com você para que todos ajam em prol da economia da água. Muitas pessoas querem economizar água, mas não sabem por onde começar. Por meio de conversas ou cartilhas sobre o assunto essas pessoas podem ter uma noção de como agir. Algumas mudanças tem um custo inicial, mas com o tempo a economia gerada de água compensa esses custos. Pequenas ações podem mudar o mundo. Seguindo essas dicas, o planeta e o seu bolso agradecem. Ficou interessado? Entre em contato com a CONSEQ, busque por aquele projeto que melhor te atender e continue acompanhando nosso site.
Conheça o GHS, um Sistema Globalmente Harmonizado
02/NOV/2017
Conheça o GHS, um Sistema Globalmente Harmonizado
Atualmente, com a globalização, o uso e produção de produtos químicos tem crescido cada vez mais, seguido do surgimento de doenças e acidentes relacionados a estes produtos. A ONU, visando promover o aumento da proteção da saúde humana e meio ambiente, viu a necessidade da implementação de um sistema harmonizado mundialmente de classificação para tais produtos, desenvolvendo assim, o GHS (Globally Harmonized System of Classification and Labellingof Chemicals), que foi pensado e discutido na convenção da ONU em 1992, onde 178, países, inclusive o Brasil, se comprometeram a implementar o sistema. O GHS, Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos, estabelece critérios harmonizados para classificar substâncias e compostos com relação aos perigos físicos para a saúde e para o meio ambiente. Além disso, possui elementos harmonizados para informar dos perigos com os requisitos sobre rotulagem, pictogramas e fichas de segurança. Os critérios estabelecidos no GHS estão baseados em um documento chamado Livro Púrpura. O sistema GHS gerencia a sinalização para o trabalhador e público em geral de acordo com a categoria e sub-categorias de periculosidade do produto, obtida com testes toxicológicos e ambientais. Conhecida sua sub-categoria em cada item de periculosidade, é necessário apresentar a palavra “Perigo” (risco grave) ou “Atenção” (risco menor), conforme o caso. Além da palavra, é preciso conter frases de perigo definidas para aquela sub-categoria, frases de prevenção gerais ou para emergências ou para armazenamento e, pictogramas quando forem necessários. Por exemplo: para corrosão/irritação à pele, um produto pode ser 1-A, 1-B, 1-C, 2 ou 3; e, para cada uma dessas categorias foram definidas frases atinentes àquela categoria em particular. O número de categorias varia em cada tipo de perigo analisado. Para lesões/irritação ocular as categorias são apenas três: 1, 2-A e 2-B. O importante é que, sendo um sistema mundial, as frases e as sinalizações são as mesmas em qualquer lugar do mundo. Quanto a aplicabilidade do Sistema, ele se aplica a todos os produtos químicos, exceto aqueles que possuem sua própria regulamentação/lei, como produtos farmacêuticos, aditivos alimentício, artigos cosméticos e resíduos de praguicidas em alimentos. Com relação ao público no qual se aponta o GHS, se enquadram os consumidores dos produtos químicos, os trabalhadores relacionados ao setor transporte e aos que oferec...
Saiba mais sobre Biodigestores
08/SET/2017
Saiba mais sobre Biodigestores
No cenário atual, com a necessidade de um desenvolvimento conjunto econômico e ambiental e a vigência de diversas políticas de proteção ao meio ambiente que exigem medidas para a operação de estabelecimentos, por vezes ouve-se falar do tratamento de resíduos sólidos, do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e afins e isto relaciona-se por vezes a problemas para os estabelecimentos. Entretanto, há diversas formas de realizar um tratamento adequado dos resíduos e ainda conseguir algum produto disto, sendo uma delas os biodigestores. Tais equipamentos vêm se consagrando neste momento em que todos buscam soluções para os resíduos sólidos, apresentando-se como ideal para o tratamento destes, sendo muito versáteis e aplicáveis em setores variados, como por exemplo, o agronegócio, indústria alimentícia, biorefinarias, entre outros. O princípio básico de funcionamento deles consiste em acelerar o processo de decomposição da matéria orgânica, processando-a para a geração de biofertilizantes e biogás, que é utilizado, entre outras coisas, para a geração de energia térmica e elétrica, de forma que a origem da matéria orgânica não faz grande diferença para o biodigestor podendo o substrato ser do tipo RSOU (Resíduos Sólidos Orgânicos Urbanos), ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), resíduos do agronegócio (frigoríficos, produção agrícola), resíduos orgânicos industriais (cervejaria, fábricas de arroz, celulose, destilarias, biorefinarias), entre outros. Devido a possibilidade de implantação de diversos tipos de biodigestores, a escolha é feita conforme a necessidade do empreendedor e de seu empreendimento e do modo que os produtos do processamento querem ser utilizados. Por exemplo, há biodigestores rurais, indicados para o tratamento de resíduos sólidos orgânicos oriundos do setor agropecuário, onde há homogeneidade na biomassa e também biodigestores urbanos, indicados para o tratamento de resíduos orgânicos municipais, heterogêneos e que precisam de um tratamento mais específico. Esses são apenas dois exemplos diante de uma grande variedade, valendo-se lembrar também da necessidade de dimensionamento do equipamento conforme a quantidade de biomassa, a quantidade de capital que deseja ser investida, a destinação dos produtos gerados e interesses de expansão. A viabilidade econômica dessas centrais de biodigestão dependem também do tipo de substrato, da quantidade e variação do fornecimentos deste, bem...
Captação de água da chuva, uma aliado financeiro e ecológico
24/AGO/2017
Captação de água da chuva, uma aliado financeiro e ecológico
A superfície do nosso planeta é composta por 70% de água. Porém, de toda água existente no planeta, 97,5% estão nos oceanos e dos 2,5% restantes, 1,5% estão nos pólos (geleiras e icebergs), ficando apenas 1% disponível para nosso consumo, sendo que a maior parte está em leitos subterrâneos, atmosfera, plantas e animais. Com a poluição cada vez maior do ar, da terra, das nascentes, dos lagos, dos rios e dos oceanos, essas águas estão ficando contaminadas, exigindo uma enorme preocupação para sua preservação, devido a esses fatores o relatório da ONU de 2015 prevê escassez de água para 2/3 da população em 2050. Uma das soluções para este problema é a substituição de parte da água potável utilizada em uma residência por água de qualidade inferior, reduzindo assim a demanda sobre os mananciais. Para tanto, o aproveitamento da água de chuva e o reuso de água são alternativas que podem ser aplicadas. Estas opções além de trazer benefícios para a vida do planeta, também trazem ganhos de curto prazo. Uma família composta por 4 pessoas, gasta água em média por mês: 4.320L no vaso sanitário 3.600L em pias de banheiro 14.400L no chuveiro  2.520L na máquina de lavar roupas 4.500L em pias de cozinha O abastecimento do vaso sanitário, chuveiro e da máquina de lavar roupas, pode ser substituído por água da chuva captada, isso representa cerca   de 70% do consumo residencial. Em um cenário ideal essa seria a economia gerada pela instalação de um sistema de captação e reuso, mas esse resultado é dependente de outros fatores, como regime de chuvas na região e capacidade de armazenamento. Segundo estudos, a economia causada por um sistema é muito variável, em residências comuns gira em torno de 30 a 40% ao ano, podendo ser maximizada quando se trata de economia com água de piscinas. É válido ressaltar que se pode utilizar a água captada para outros fins, lavar calçadas e regar plantas são exemplos, nesses casos o custo com instalação se torna menor e o retorno financeiro mais imediato. O mundo se moderniza e torna-se cada dia mais ecologicamente inteligente, aliando alternativas para economia e manutenção da vida, a captação da água da chuva para reutilização é uma dessas alternativas e está ao alcance de qualquer residência. Ficou interessado? Entre em contato com a CONSEQ, busque por aquele projeto que melhor te atender e continue acompanhando nosso site.
Licenciamento Ambiental Simplificado: o desenvolvimento sustentável
21/JUL/2017
Licenciamento Ambiental Simplificado: o desenvolvimento sustentável
A recente tomada de consciência sobre os impactos negativos ao planeta, oriundos da utilização deste pela humanidade, tem trazido reflexão em torno da garantia de sua preservação. Nesse sentido, para impedir danos irreparáveis, os Princípios da Precaução e da Prevenção surgem, e nesse contexto, para agilizar a outorga de licenças ambientais, é que é criado o Licenciamento Ambiental Simplificado (LAS), em 1997, com o artigo 12 da Resolução 237 editada do CONAMA.  Qual sua finalidade? O Licenciamento Ambiental Simplificado (LAS) atua como promotor do desenvolvimento sustentável, visando garantir o direito fundamental a um meio ambiente equilibrado. Faz-se importante, pois é capaz de oferecer maior agilidade à entrega de licenças ambientais, sendo uma alternativa mais rápida na medida em que substitui o EIA/RIMA por outros estudos ambientais menos complicados. O que é? O LAS é o instrumento que aprova a localização e a concepção de um empreendimento, atividade ou obra, contanto que ela seja de pequeno porte ou possua baixo potencial poluidor, autorizando sua instalação e atestando sua viabilidade ambiental, estabelecendo para isso os requisitos a serem atendidos. A partir disso, é autorizado o uso e manejo de elementos ambientais de acordo com as especificações. Essa categoria de licenciamento possui prazo de validade de 2 anos e poderá ser renovada. Pode ser usada por diversos empreendimentos, entre eles: Abatedouros, indústrias açucareiras, destilarias de álcool e cachaça, indústrias de doces, indústria de beneficiamento de madeira, indústria de cerâmica, indústria de produção de laticínios, indústria de produção de vinhos, estações de tratamento de água e etc.    Como funciona em Maringa?? Em Maringá, é a Resolução 02/2017 da SEMA/COMDEMA que disciplina o LAS, especificando os estabelecimentos sujeitos a sua emissão e os procedimentos necessários para sua realização. Ficou interessado? Entre em contato com a CONSEQ, busque por aquele projeto que melhor te atender e continue acompanhando nosso site. 

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